VEJA MOTIVAÇÃO NO TRABALHO

Luiz Borsato 26/07/2021 Relatar Quero comentar

Segundo Fischlowitz, diante do intenso impacto tecnológico e do panorama de imprevisibilidade da ciência da administração e estruturação gerencial, o foco de discussão quanto a margem de produtividade está rumando no eixo de uma abordagem mais humanística como o aspecto motivacional em uma cadeia de trabalho.

O clima organizacional em uma reunião rotineira na organização e o ambiente espirituoso de um brainstorming, por exemplo, resumem a amplitude e a conotação incisiva que a semântica motivacional atinge na esfera conjuntural das empresas.

É importante entender o que é motivação, o que motiva as pessoas a prosseguirem de forma satisfatória em sua jornada de trabalho, o que isto implica na qualidade de vida delas e na sobrevivência de empresas e do empregado.

A integração e a produtividade do trabalhador são desafios difíceis e, aparentemente, até impossíveis de serem obtidos na conjuntura atual, em que o conflito entre o capital e o trabalho aumentou de maneira assustadora em todas as partes do mundo.

A motivação no trabalho tem raízes no indivíduo, na organização, no ambiente externo e na própria situação do país e do mundo em determinado período de tempo.

Por exemplo, uma situação de inflação elevada exerce forte pressão de insegurança e insatisfação no trabalhador. Há um consenso entre grande parte dos psiquiatras de que certos males, como hipertensão, enfarte e úlcera, não são problemas de fundo psíquico, mas de problemas econômicos, políticos e sociais.

“Uma pessoa motivada ou desmotivada é produto do somatório de uma gama de fatores” (Claret, 1998, P. 8).

O que todos gostariam de fazer é criar um ambiente no qual as pessoas gostem de trabalhar e no qual as mesmas trabalhem bem, um ambiente de trabalho que ajude a enriquecer a vida dos trabalhadores. Este ambiente deveria satisfazer tanto os requerimentos do trabalhador quanto do seu empregador, atendendo as necessidades da comunidade como um todo.

A criação de tal ambiente parece bastante complicada, pois presume um acordo entre pessoas, e pessoas são totalmente diferentes umas das outras.

“Mas o fato de as pessoas serem diferentes entre si torna-se o que elas têm em comum e é um bom ponto de partida” (Iman, 1996, P. 36).

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