O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã!

Luiz Borsato 28/07/2021 Relatar Quero comentar

Muitas vezes olhamos as situações da vida e perdemos as esperanças pois diante de nossas possibilidades nada poderia ser feito e por isso tentamos continuar ou até mesmo parar e se esconder. Vamos ver aqui mulheres e discípulos que continuaram e outros que pararam, mas que diante do poder de Deus nem a morte poderá prevalecer por mais terrível que ela pareça! O evangelho é de fato a grande e maravilhosa notícia! Nele temos esperança para que aquilo que parece o fim se torne um novo começo!

Após a crucificação e morte de Jesus a esperança havia se apagado para muitos que esperavam Nele alguma coisa daquilo que acreditavam ser Ele o salvador: um salvador político, um libertador da opressão de Roma, um rei que derrubaria Cesar, um grande profeta com palavras de esperança assim como os antigos profetas. Agora com sua morte todas as expectativas foram destruídas e então o que fazer?

Seguir a realidade da vida: Garantir um sepultamento digno para o profeta assassinado

O SEPULTAMENTO

15:40-47 – O sepultamento do corpo de Cristo atestado por Pilatos, auxiliado por José de Arimateia e observado e organizado pelas mulheres

15:40-41 – As mulheres que serviam a Cristo e acompanhavam de longe sua morte

– Marcos deixa claro aqui a atitude destas mulheres que em sua cultura eram desvalorizadas, mas que se posicionam como aquelas discípulas que serviriam a Cristo na vida e também na sua morte

15:42-43 – José de Arimatéia um membro do Sinédrio e seguidor de Cristo pede se corpo a Pilatos

– José de Arimatéia toma uma atitude de coragem pois poderia ser acusado de apoiar um criminoso pelos romanos e um blasfemo pelos judeus, mas deseja honrar o seu Senhor com sua sepultura. Nenhum dos apóstolos vieram requisitar o corpo de Cristo como ele fez. Ele tinha o que perder neste mundo, mas arriscou pelo Reino que esperava.

– Os costumes judaicos proibiam que o criminoso fosse sepultado com sua família (questão cultural apenas)

– Um criminoso Romano perdia direito a propriedade e consequentemente não poderia ser sepultado em um túmulo. Acusados de sedição eram deixados para apodrecer na cruz.

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